Depois disso, o presbítero continuará dizendo:
Presbítero - O Senhor está aqui.
Todos - O seu Espírito está conosco.
Presbítero - Elevai os corações.
Todos - Ao Senhor os elevamos.
Presbítero- Demos graças ao Senhor.
Todos - Assim fazê-lo é digno e justo.
Presbítero – É VERDADEIRAMENTE digno e justo, e do nosso dever, que em todos os tempos e lugares te rendamos graças, ó Senhor, Santo Pai, Onipotente e Eterno Deus.
Aqui seguir-se-á o
PREFÁCIO PRÓPRIO,
p. 375 e ss segundo o tempo.
Então, o presbítero, à Mesa do Senhor, dirá em nome dos que vão comungar a seguinte oração:
Presbítero – Ó PAI misericordioso, não somos dignos de ser chamados teus filhos, e de vir à tua presença; ousamos chegar à tua mesa, confiados na tua misericórdia: os enfermos ao médico da vida; os cegos à luz da claridade eterna; os pobres ao, Senhor dos céus e da terra; as ovelhas ao pastor; os desamparados ao Consolador amante; os injustos ao justificador. E te pedimos que, por tua bondade infinita, te dignes Curar a nossa fraqueza; iluminar a nossa cegueira; enriquecer a nossa pobreza; reconduzir-nos ao aprisco; consolar a nossa tristeza; absolver o nosso crime; perdoar aos pecadores e dar alívio aos oprimidos; para que, sendo teus filhos pela adoção e pela graça, te glorifiquemos sempre em corpo e em espírito, a ti que de tudo és Senhor; mediante Jesus Cristo, Nosso Salvador. Amém.
Então, o presbítero, em pé, junto da mesa, dirá a seguinte oração da consagação
Presbítero – Ó PAI Onipotente e Misericordioso, que por teu grande amor, enviaste o teu Filho, para que, tomando sobre si a nossa natureza, morresse pelos nossos pecados e ressurgisse para nossa justificação; graças te damos por que, pelo sacrifício oferecido uma só vez sobre a cruz, Ele deu ali satisfação perfeita e suficiente pelos pecados de todo o mundo, e pôs fim a todos os sacrifícios pela única oblação de si mesmo. Graças te damos por que Ele instituiu, e no seu santo Evangelho nos mandou continuar até ao seu segundo advento a memória perfeita de sua morte preciosa. Portanto, Senhor, com os anjos e todos os santos, proclamamos e cantamos a sua glória:
Todos - SANTO, SANTO, SANTO, Senhor Deus dos exércitos, os céus e a terra estão cheios da tua glória; glória te seja dada, ó Senhor altíssimo. Amém. (Sanctus – século I)
Presbítero – Na noite que devia ser entregue, tomou o pão a) AQUI o Presbítero tomará a Patena em suas mãos., abençoou com ação de graças, partiu (b) E aqui partirá o Pão. e deu a seus discípulos dizendo: (c) E aqui porá a mão sobre todo o PãoTOMAI, E
COMEI TODOS VÓS, PORQUE ESTE É O MEU CORPO QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS. FAÇAM ISSO EM MEMÓRIA DE MIM.
DO MESMO MODO, depois da Ceia, ele tomou o Cálice (d) Aqui tomará nas mãos o Cálice., o abençoou com ação de graças, e passou para seus discípulos dizendo: TOMEM ((e) E aqui porá a mão sobre todos os vasos em que houver Vinho a
consagra) E BEBAM TODOS VÓS, PORQUE ESTE CÁLICE É A NOVA
ALIANÇA NO MEU SANGUE, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR MUITOS PARA O PERDÃO DOS PECADOS. FAÇAM ISSO EM MEMÓRIA DE MIM.
Todos – Louvamos o teu nome, ó Deus Uno e Trino, porque Cristo, na Cruz, tomou nosso lugar e se fez vítima por nós. Confessamos com alegria e fé que nossa salvação foi garantida por Ele. Cristo morreu. Cristo ressuscitou. Cristo voltará.
Presbítero - Portanto, ó Pai celeste, nós teus humildes servos, ao comermos este pão, e ao bebermos este cálice, conforme o mandamento do teu amado Filho, desejamos anunciar a sua morte até que Ele venha, recordando a sua bendita paixão, preciosa morte, poderosa ressurreição e ascensão, e dando-te muito sinceras graças pelas inumeráveis bençãos, que dele temos recebido. Dá-nos, pois o teu Espírito Santo, para que, indignos como somos, de apanhar as migalhas caídas da tua mesa, possamos chegar dignamente a este banquete celestial; e participar desta santa comunhão, alimentando-nos por fé, espiritualmente, e de uma maneira celestial do santísssimo corpo e sangue do teu querido Filho, o qual, compadecendo-se da nossa ignorância e fraqueza, mandou que te invocássemos com fé e confiança.
Presbítero - LIVRA-NOS, ó Deus, de todo o mal passado, presente e futuro; confirma-nos em todo o bem, e concede-nos graça, para que sempre possamos servir-te e agradar-te. Põe fim aos nossos pecados; dá alegria aos tristes, liberdade aos cativos, saúde aos enfermos, confiança e sossego aos moribundos. Dá-nos paz e segurança em nossos dias; defende-nos contra todos os inimigos, e dirige e ouve as orações de todo o teu povo fiel, agora e sempre; mediante Jesus Cristo, teu Filho, que contigo reina e vive na unidade do Espírito Santo, sempre um só Deus, pelos séculos sem fim. Amém.
Segue na página 205, a partir da ORAÇÃO DO SENHOR P. 324

